Ademir está numa fase tão boa, que ainda se revolta com a torcida, inverteu as coisas, a torcida está errada, ele, junto com muitos que só estão ganhando grana alta não faz merda nenhuma, sua obrigado Ademir jogar bem.
Subtítulo:Uma Crônica de Sangue, Luta e Fonte Nova Hino recomendado:"Hino do Esporte Clube Bahia" — Versão Oficial, mas na leitura toca "Na Cadência do Samba" de Luiz Bandeira, o verdadeiro hino da arquibancada.
Minha seleção não tem verde e amarelo. Minha seleção tem cores vivas de sangue e de luta. Minha seleção ninguém nos vence em vibração. Minha seleção, tatuada no meu coração, no sangue das veias, baêa. Minha seleção tem azul, minha seleção tem branco, minha seleção é tricolor.
Minha seleção foi protagonista com Bobô e o verso do poeta: ganhar o mundo e eternizar na frase. Quem não amou a elegância sutil? Meu amigo Naylton, que com seu pai, meu pai, na antiga Fonte Nova, quase 112 mil, sorriu, sentiu, amou a virada do Tricolor.
É de aço que em 89 viramos de costas para Lazaroni, quando se ouvia a música: força e pudor. Minha seleção não tem “vitória”. Triunfo é nosso lema. Quem não se lembra do Raudinei? Para que mentir e fingir que sem Juba não tem leão! Aliás, este símbolo não é piada de mal gosto, é o da Ilha que nos deu a maravilha do maior lateral do país. No maior do Nordeste vim jogar.
Sem confetes, sem manchetes, podem "neymalizar". Para mim, tanto faz se perder ou se ganhar, não tem emoção. Vou seguindo a canção. Ainda na canção que no Recôncavo não pode ser reconvexo.
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Ademir está numa fase tão boa, que ainda se revolta com a torcida, inverteu as coisas, a torcida está errada, ele, junto com muitos que só estão ganhando grana alta não faz merda nenhuma, sua obrigado Ademir jogar bem.
MINHA SELEÇÃO É TRICOLOR*
Subtítulo: Uma Crônica de Sangue, Luta e Fonte Nova
Hino recomendado: "Hino do Esporte Clube Bahia" — Versão Oficial, mas na leitura toca "Na Cadência do Samba" de Luiz Bandeira, o verdadeiro hino da arquibancada.
Minha seleção não tem verde e amarelo. Minha seleção tem cores vivas de sangue e de luta.
Minha seleção ninguém nos vence em vibração. Minha seleção, tatuada no meu coração, no sangue das veias, baêa. Minha seleção tem azul, minha seleção tem branco, minha seleção é tricolor.
Minha seleção foi protagonista com Bobô e o verso do poeta: ganhar o mundo e eternizar na frase. Quem não amou a elegância sutil? Meu amigo Naylton, que com seu pai, meu pai, na antiga Fonte Nova, quase 112 mil, sorriu, sentiu, amou a virada do Tricolor.
É de aço que em 89 viramos de costas para Lazaroni, quando se ouvia a música: força e pudor.
Minha seleção não tem “vitória”. Triunfo é nosso lema. Quem não se lembra do Raudinei? Para que mentir e fingir que sem Juba não tem leão! Aliás, este símbolo não é piada de mal gosto, é o da Ilha que nos deu a maravilha do maior lateral do país. No maior do Nordeste vim jogar.
Sem confetes, sem manchetes, podem "neymalizar". Para mim, tanto faz se perder ou se ganhar, não tem emoção. Vou seguindo a canção. Ainda na canção que no Recôncavo não pode ser reconvexo.
*Antonio Santos — 60 segundos para ouvir e calar
Time de merda
William José é péssimo